(Para Bruna Molina)
Sentadas na escada
as vezes falando besteira
as vezes contando moedinhas
as vezes segurando o choro
ou lamentando notas ruins
sentadas no chão
ás vezes frio,
ás vezes não.
olhando as pessoas passarem
falando sobre ambições
contando sobre as lições
aprendidas,
ensinadas.
a presença dela
me era tão normal,
cotidiana
dia após dia
aula após aula
chop após chop
a amizade dela era tão alegre
que meu silêncio sente falta
da tagarelice dela.
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