sábado, 22 de setembro de 2012

Abrigo



quero um quarto velho
na parede  uma ampla moldura,
e uma linda vista como pintura.

uma poltrona confortável,
posicionada a luz do luar
uma mesinha no canto
para meu cabernet apoiar

quero uma vitrola em bom estado
discos, blues e jazz,
Alto e bom som

quero um caderno surrado
um lapis bem apontado
minha doce solidão ao lado

quero simplicidade!

um lugar para minha mente
que nunca pára
um esconderijo para meu coração
que nunca sara
um templo para cultuar a arte
cousa linda e tão rara.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

a voar

o céu não é o limite
é o começo.

doce este meu desatino

o teu colhão é a porta
os teus braços a asa
os teus olhos o guia
o teu sorriso, o destino.

POESIA SEM RAZÃO

  Não sou uma poetiza comum e que isso não se entenda como um mérito ou arrogância sou uma poetiza especializada em poemas sem razão não enc...