É assim como o toque a eriçar minha pele
Me perco em loucos pensamentos inevitáveis
Inevitáveis como meus sentimentos instáveis
Um vai-e-vem de coisas e pessoas sem encaixe algum
São meras memórias, apenas desejos comuns
Busco refugio em meu peito fechado
É tudo meio lúdico, meio tolo, meio errado
A noite chega com a vertigem sem sentido
E sentindo, digo para mim o que não quero ouvir
O que sei bem no meu íntimo como deveria agir
Mas se me entorpece aquele olhar lascivo
Sutilmente perigoso tornou-se um vício
Impossível fazer diferente
Impulsiva a me lançar de forma latente
Mas me diga quem irá julgar alguém que vive de devaneios
Se foi deles que me fiz e de todos os meus maiores anseios
Se nada sei sobre mim mesma ou coisa alguma,
E mesmo duvidando que de duas vidas se faz uma
Questiono-me como tanta saudade pode me habitar
E por quanto tempo tudo isso pode durar
Perdoa amor se por medo deixei de lhe falar
Perdoa se fiz de meu turbilhão particular o teu lar.
Exaltação da poesia existente na natureza, e na astronomia. Entendimento do todo e do "nós". Gratidão pelo conhecimento não cegar a imaginação. A "vida comum" é carregada de poesia filosófica e intuitiva.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
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